Novidades

21/07/15

Escritores podem enviar textos para caderno do FLIV

Escritores de Votuporanga e região poderão ter textos publicados no caderno de programação do Festival; prazo para enviar material vai de 22 a 26 de julho

A quinta edição do Festival Literário de Votuporanga - FLIV 2015 está com inscrições abertas para escritores que queiram ter seus textos publicados no caderno de programação do evento. Interessados podem enviar seus materiais de 22 a 26 de julho para o e-mail fliv@flivotuporanga.com.br

É preciso enviar um texto (na íntegra ou trecho) nos gêneros conto e crônica (com até 2.300 caracteres com espaços) ou poema (em até 46 versos), com nome completo e telefone para contato. O escritor deve ser de Votuporanga ou das cidades vizinhas. A organização analisará e selecionará os textos mais representativos para integrar os milhares de cadernos de programação que serão distribuídos no festival.

“Além de incentivar o hábito da leitura, o objetivo do FLIV também é divulgar os escritores e artistas do município e da região”, destaca Cibeli Moretti, coordenadora do evento.

 FLIV

O Festival Literário de Votuporanga completa 5 anos em 2015. Em quatro edições, mais de 160 pessoas passaram pela feira que conta com shows, oficinas, mesas de debate, capacitações para professores, encontro com autores, sessões de contação de histórias, comercialização e distribuição de livros para as crianças, além de espetáculos de teatro, dança e música.

Com entrada gratuita, a Feira terá uma estrutura de mais de 2 mil m² montada no centro da cidade, integrando a Concha Acústica “Geraldo Alves Machado” e a Praça Dr. Fernando Costa. As atividades serão desenvolvidas entre 7 e 15 de agosto, das 7h30 às 22 horas, de segunda à sexta; e das 9h às 22h de sábado e domingo.

A organização é da Prefeitura e Instituto Comuna, com apoio da Associação Paulista dos Amigos da Arte (Apaa),da Organização Social de Cultura Abaçai e do Governo do Estado, por meio do Programa de Ação Cultural – ProAC. Mais informações pelo site http://www.flivotuporanga.com.br ou nas redes sociais como @flivotuporanga


21/07/15

Poeta Manoel de Barros será homenageado na edição 2015

A 5ª edição do Festival Literário de Votuporanga – Fliv, que será realizada entre 7 e 15 de agosto na cidade do interior paulista, terá como homenageado o poeta brasileiro Manoel de Barros. Durante os nove dias do evento com entrada gratuita, a organização espera receber mais de 60 mil pessoas, público registrado no último ano. A programação de palestras e atividades está sendo concluída, mas já foram anunciados os shows de Demônios da Garoa, dia 7, e de Zélia Duncan, dia 15.
 
O escritor Manoel de Barros será lembrado nove meses após sua morte, que se deu em 13 de novembro de 2014, aos 97 anos. Do legado de 18 livros de poesia e relatos autobiográficos, estiveram ainda cinco livros infantis. “As crianças são o foco do Fliv. Queremos incentivar leitores desde seus primeiros anos de idade”, explica a coordenadora Cibeli Moretti.
 
Ao longo de seus 70 anos de poesia, Manoel de Barros foi agraciado com o Prêmio Jabuti duas vezes, em 1990 e 2002, com as obras “O guardador de águas” (1989) e “O fazedor de amanhecer” (2001). Em 2000, foi premiado pela Academia Brasileira de Letras. Teve sua obra traduzida em Portugal, Espanha, França e Estados Unidos. Em 2008, foi tema do documentário “Só dez por cento é mentira”, de Pedro Cezar. Em 1986, Carlos Drummond de Andrade disse que Manoel de Barros era o maior poeta brasileiro vivo. Antonio Houaiss, um dos mais importantes filólogos e críticos brasileiros escreveu: “Tenho por sua obra a mais alta admiração e muito amor”.
 
A coordenadora do Fliv, Cibeli Moretti, explica que a programação contará com diversas atividades lembrando do legado de Manoel de Barros, “mas o Fliv é um grande painel para divulgarmos também novos autores e enriquecer nossa cultura”.
 
O FLIV
O Festival Literário de Votuporanga completa 5 anos em 2015. Em quatro edições, mais de 160 pessoas passaram pela feira que conta com shows, oficinas, mesas de debate, capacitações para professores, encontro com autores, sessões de contação de histórias, comercialização e distribuição de livros para as crianças, além de espetáculos de teatro, dança e música.

Com entrada gratuita, a Feira terá uma estrutura de mais de 2 mil m² montada no centro da cidade, integrando a Concha Acústica “Geraldo Alves Machado” e a Praça Dr. Fernando Costa. As atividades serão desenvolvidas entre 7 e 15 de agosto, das 7h30 às 22 horas, de segunda à sexta; e das 9h às 22h de sábado e domingo.
 
Já passaram pelo Fliv renomados escritores, como Ignácio de Loyola Brandão (Patrono em 2012), Maurício Kubrusly, Marcia Tiburi, Ferréz, Mário Prata, Paulo Lins (Patrono em 2014), entre outros.

A organização é da Prefeitura e Instituto Comuna, com apoio da Associação Paulista dos Amigos da Arte (Apaa), da Organização Social de Cultura Abaçai e do Governo do Estado, por meio do Programa de Ação Cultural – ProAC. Mais informações pelo site http://www.flivotuporanga.com.br ou nas redes sociais como @flivotuporanga

26/06/15

FLIV 2015: confirmada para agosto a quinta edição do festival literário

As primeiras informações sobre o Festival Literário de Votuporanga – Fliv 2015 foram apresentadas na tarde desta sexta-feira (26/6) pelo prefeito Junior Marão, aSecretária Municipal da Cultura e Turismo, Silvia Stipp e a coordenadora, Cibeli Moretti. O evento será realizado de 7 a 15 de agosto, das 7h30 às 22 horas, de segunda à sexta; e das 9h às 22h de sábado e domingo, numa grande estrutura montada na Concha Acústica “Geraldo Alves Machado” e Praça Dr. Fernando Costa, centro da cidade. A organização é da Prefeitura e Instituto Comuna.

Como acontece em todos os anos, um autor é escolhido para ser homenageado durante o festival. Neste ano, o poeta brasileiro Manoel de Barros, morto em 13 de novembro de 2014, será lembrado por suas importantes obras literárias, entre elas muitas voltadas ao público infantil que é o grande foco do FLIV 2015. “As atividades têm como principal foco as crianças. Acreditamos que, para ter bons leitores, precisamos incentivar o hábito da leitura desde a infância com iniciativas que democratizem o acesso aos livros e à cultura”, destaca a coordenadora do evento, Cibeli Moretti.

 O Fliv atrai visitantes de várias partes do Estado que vêm conferir nove dias de uma intensa programação, como shows, oficinas, mesas de debate, capacitação para professores, encontro com autores, sessões de contação de histórias, comercialização e distribuição de livros para as crianças, além de espetáculos de teatro, dança e música.

Para 2015, foram anunciados dois shows para o palco da Concha Acústica. Demônios da Garoa irão abrir o evento no dia 7 de agosto. No sábado, dia 15 de agosto, o show da cantora Zélia Duncan encerra o festival.

 O acesso às atividades é gratuito. Em quatro edições, o Fliv registrou um público de mais de 160 mil pessoas, atingindo aproximadamente 40 municípios próximos a Votuporanga.

 Nas quatro edições já passaram pelo Fliv renomados escritores, como Ignácio de Loyola Brandão (Patrono em 2012), Maurício Kubrusly, Marcia Tiburi, Ferréz, João Paulo Cuenca, Mário Prata, Lourenço Mutarelli, Marcelino Freire, Sergio Vaz, Humberto Wernek, Braulio Tavares, Francisco Bosco, Antônio Cícero, Andre Dahmer, Alexandra Moraes, Frederico Barbosa (Patrono em 2013), Paulo Lins (Patrono em 2014), Ronaldo Correia de Britto, Antônio Geraldo, Heitor Ferraz Mello (curador em 2014), Cristóvão Tezza, Alice Sant’Anna, Chacal, além de shows com Almir Sater, Fernanda Porto, Jair Rodrigues e Luciana Mello, Ed Motta, Toquinho e Tiê, Sergio Reis e Renato Teixeira, com o espetáculo Amizade Sincera; Biquini Cavadão, Chico Cesar, Orquestra Paulistana de Viola Caipira, Jorge Aragão e o grupo musical infantil Gangorra; entre outros.

14/05/15

Em 12 dias, Fliv atraiu cerca de 60 mil pessoas

Festival chega ao fim com aumento de público de 35% em relação à edição passada

 

Os números desta edição do FLIV - Festival Literário de Votuporanga comprovam que o evento já é uma realidade no calendáriocultural do estado. Cerca de 60 mil pessoas desfrutaram, ao longo de 12 dias,de uma programação plural, que reuniu encontros com importantes nomes daliteratura nacional, shows, apresentações de teatro e contações de histórias.

 

A quarta edição do Fliv, quechega ao fim neste dia 10 de agosto, teve um expressivo crescimento de público35% em relação ao ano passado, com visitantes de mais de 30 cidades. Outro dadoimportante foi o de atendimento às escolas. Em média, 15 instituições de ensinode Votuporanga e região visitaram o festival diariamente.

 

Ainda em relação à atenção com aformação leitores – um dos principais objetivos do Fliv – vale destacar adoação de cerca de 104 mil livros para crianças de escolas da rede pública deVotuporanga.

 

Segundo a secretária municipal deEducação, Cultura e Turismo, Silvia Stipp, o Fliv vem superando as expectativasa cada ano. Ela credita esses resultados à pluralidade da programação, comatrações literárias e musicais, atraindo várias gerações de visitantes. Elareforça ainda que “o sucesso foi muito grande por conta da interação entre aliteratura e outras manifestações artísticas, como apresentações de teatro econtação de histórias. Ou seja, a criança acaba vivenciando a literatura pormeio de outras formas de fazer arte”, comenta.

 

Para a próxima edição, asecretária de cultura adianta que o desafio é continuar investindo numaprogramação de qualidade e no nível de profissionalismo de todas as equipesenvolvidas na realização do evento. Silvia Stipp ressalta que o planejamentopara o Fliv 2015 terá especial atenção na programação de autores infantis.“Queremos, desta maneira, chamar cada vez mais a atenção deste público, paraque ele se sinta parte integrante e principal deste evento”, finaliza.

 

A quarta edição do Fliv tem opatrocínio da Usina Colombo e Açúcar Caravelas por meio do Programa de AçãoCultural – Proac/ICMS, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Estado daCultura; Senac Votuporanga e TV TEM (afiliada Rede Globo).


10/08/14

Poesias ao pé do ouvido no Fliv

“Poemas Sussurrados” ocorreu no calçadão da Concha Acústica e na Praça da Matriz, no feriado municipal de aniversário da cidade

De maneira intimista, a artista Renata Roman sussurra, ao som de sua caixinha de música, uma poesia aos ouvidos atentos de uma criança, como se contasse um segredo. De olhos fechados, a expressão da criança se transforma à medida que o poema é recitado. Ao término, vem o sorriso de satisfação.
Esta cena se repetiu inúmeras vezes na intervenção poética itinerante “Poemas Sussurrados”, que ocorreu no calçadão da Concha Acústica e na Praça da Matriz, dia 8 de agosto, feriado municipal de aniversário da cidade, como parte a programação do Fliv – Festival Literário de Votuporanga.
Segundo a artista, a atividade proporciona o contato direto com a poesia de maneira diferenciada, por meio da experiência sensorial que a escuta proporciona. “Meu objetivo é que as pessoas possam se interessar pela poesia. Quando eu sussurro um poema, a pessoa o percebe de um modo diferente”, contou Renata.
No sábado, dia 9 de agosto, Renata Roman estará de volta ao centro de Votuporanga, a partir das 14h, para mais um “Poemas Sussurrados”.

4º FESTIVAL LITERÁRIO DE VOTUPORANGA
De 1º a 10 de agosto 

08/08/14

Experiências da ditadura militar nortearam o bate-papo de Ignácio de Loyola Brandão

O público lotou os mais de 300 lugares do “Espaço Cine Fliv” parou para ouvir o autor falar sobre “A palavra cidadã”

Há exatamente 50 anos, a ditadura militar estourava no Brasil, fazendo com que jornais, revistas, escritores, pensadores e parte da classe artística fossem alvo de censura e perseguição. Foi com essa lembrança que o escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão começou o “Bate-Papo com Escritores” da quarta edição do Fliv – Festival Literário de Votuporanga, no dia 07 de agosto.
O público, que lotou os mais de 300 lugares do “Espaço Cine Fliv”, parou para ouvir o autor falar sobre o tema proposto para a noite, “A palavra cidadã”. O curador literário do Fliv 2014, o poeta e jornalista Heitor Ferraz Mello, abriu a mesa comentado sobre as várias obras de Loyola, entre elas, “Zero”, uma das mais notórias e marcantes para o escritor.

Mello ainda apresentou os livros “Não verás país nenhum”, “O verde violentou o muro” e o mais recente lançamento de Loyola, “Solidão no fundo da agulha”, reunião de crônicas com atmosfera musical, ilustrado com fotos de Paulo Melo Jr., acompanhando por um CD com músicas interpretadas por sua filha, Rita Gullo.

Censura - Com uma trajetória de quase 50 anos atuando como jornalista e escritor, Loyola recordou o começo de sua carreira como jornalista no extinto “Última Hora”, no final da década de 60, coincidindo com os anos difíceis da repressão militar. “Naquela época a redação tinha um membro incomum, o ‘censor’, que era a pessoa encarregada de revisar todo o material e garantir que não houvesse nenhum conteúdo inadequado”, comentou o escritor.

A partir disso, ele começou a guardar em uma gaveta da redação todos os conteúdos que eram vetados, surgindo assim, muitos recortes de notícias e histórias que, de certa forma, chamavam sua atenção. Mais tarde, esses recortes ganharam vida nas páginas de seu romance “Zero”, retratando a situação vivida no Brasil naquela época. “O livro foi recusado em diversas editoras que não queriam publicar algo com um conteúdo tão pesado para aqueles 25 anos tenebrosos”, contou Loyola.

Por essa razão, seu livro foi publicado primeiro na Itália há exatos 40 anos e traduzido por seu amigo e romancista italiano, Antonio Tabucchi. “Zero” só ganhou exemplares no Brasil anos depois. Loyola lembrou ainda um fato curioso sobre a obra: “quando ‘Zero’ foi publicado no Brasil e depois censurado, ele se tornou uma raridade. Havia versões xerocadas e datilografadas”.

E depois de quase duas horas de bate-papo, o mediador do encontro Heitor Ferraz Mello convidou o público a se dirigir ao “Espaço das Livrarias”, na Praça da Matriz, onde Brandão estaria à disposição para autografar seus livros.


4º FESTIVAL LITERÁRIO DE VOTUPORANGA
De 1º a 10 de agosto 


www.flivotuporanga.com.br

07/08/14

Cancelado “bate-papo” com o músico Marcelo Yuka no Fliv

Atividade será substituída por encontro com Paulo Lins, sobre construção de roteiros

O bate-papo marcado para acontecer amanhã, 08 de agosto, no “Espaço Cine Fliv” às 17h com o músico, poeta, ativista social e pensador brasileiro Marcelo Yuka foi cancelado. O convidado teve problemas de saúde e seu médico apresentou laudo que o impediu de viajar e participar da quarta edição do FLIV – Festival Literário de Votuporanga.

Em substituição, uma nova mesa será formada para a série “Bate-Papo com Escritores”. Paulo Lins, escritor, roteirista e patrono do Fliv 2014, falará sobre a “Construção do roteiro: Cinema e televisão”.

Com mediação do escritor, poeta, jornalista e curador literário do Fliv 2014, Heitor Ferraz Mello, o escritor carioca explicará como viu sua obra mais notória, “Cidade de Deus”, ser contada em película, no longa dirigido por Fernando Meireles. Além disso, Lins contará detalhes de seu trabalho como roteirista nas minisséries “Suburbia” e “Cidade dos homens” (Rede Globo) e nos filmes “Quase dois irmãos”, de Lúcia Murat e, mais recentemente, no longa “Faroeste Caboclo”.

 

FLIV– “Bate-Papo com Escritores”

Dia 08 de agosto, sexta-feira

Horário:17 horas

Construção do roteiro: Cinema e televisão - com Paulo Lins

Mediação:Heitor Ferraz Mello

Local:Espaço Cine FLIV

 


07/08/14

Fliv 2014 recebe o sarau “Parada Poética”, com Renan Inquérito

Projeto tem como intenção desmistificar o conceito de que o escritor vive em um lugar inacessível e diferente do nosso

“Vendo pó, vendo pó, poesia!”. Foi com estas palavras ao som de um megafone, que o geógrafo, poeta e rapper, Renan Inquérito, desceu as escadas da Concha Acústica “Prof. Geraldo Alves Machado”, na manhã desta quinta-feira, dia 7 de agosto.

Esse foi o mote para o rapper iniciar seu sarau “Parada Poética”, que chega ao Fliv - Festival Literário de Votuporanga, depois de ser apresentado em Campinas e cidades da região metropolitana. 

E como preza a tradição de um bom sarau em que as pessoas podem se manifestar artisticamente de maneira livre, o artista preparou uma surpresa para os cerca de 400 jovens e crianças que compareceram ao local. Entrou para a plateia seus “Pinos Poéticos”, que continham um papel com versos de poesias feitas por Inquérito. Quem se sentisse à vontade, poderia ler o poema para todos. 

Renan é conhecido pelo amplo desenvolvimento com a literatura marginal e, segundo ele, este projeto tem como intenção desmistificar o conceito de que o escritor vive em um lugar inacessível e diferente do nosso. “Quero trazer a poesia para perto de vocês da forma mais crua e simples possível. Qualquer pessoa pode ser poeta”, comenta. 

07/08/14

Jorge Aragão é o último cantor a se apresentar durante o Fliv

Show gratuito acontece a partir das 21 horas deste sábado no palco da Concha Acústica
 
Para encerrar a grade de shows gratuitos da programação do Fliv (Festival Literário de Votuporanga) o cantor Jorge Aragão se apresenta neste sábado (09/8), gratuitamente, no palco da Concha Acústica, às 21 horas.
Filho de mãe acreana, Jorge começou sua carreira pelo samba na década de 1970, em bailes e casas noturnas. Como compositor, despontou em 1976, quando Elza Soares gravou sua composição "Malandro" (com Jotabê). Foi integrante do grupo Fundo de Quintal (núcleo do gênero pagode) e um de seus principais compositores e letristas, tendo por isso abandonado o conjunto algum tempo depois para dedicar-se à carreira solo. Quase todos os grandes intérpretes de samba (Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila) têm canções de Jorge Aragão em seu repertório.
Entre seus sucessos estão "Coisinha do Pai" (com Almir Guineto e Luiz Carlos), consagrado na gravação de Beth Carvalho que valeu uma gravação inédita em 1997 para acordar Mars Pathfinder um robô da Nasa em Marte; "Coisa de Pele", "Vou Festejar", "Alvará", "Terceira Pessoa", "Amigos… Amantes", "Do Fundo do Nosso Quintal" e "Enredo do Meu Samba" entre outras.
Com quase 30 anos dedicados inteiramente à MPB, Jorge Aragão continua em atividade. O veterano do samba se mantém firme no mercado, apostando em uma série de CDs ao vivo (Ao vivo 1 e 2). Atualmente o sambista está com o disco `E aí?`, com boa recepção do público.

06/08/14

Tesourinha é homenageado no Fliv 2014

Saxofonista há 66 anos, Tesourinha é reverenciado durante apresentação da Corporação Musical Zequinha de Abreu

Na noite da última segunda-feira, dia 04, durante a apresentação da Corporação Musical Zequinha de Abreu dentro da programação do 4º Festival Literário de Votuporanga, a secretária da Cultura e Turismo, Silvia Stipp, entregou, com o maestro Horário dos Santos Júnior (Tuca), um certificado ao saxofonista da banda, Eugênio da Silva, por ter sido um dos pioneiros da música instrumental em Votuporanga, em meados da década de 50.

A homenagem, que contou com a presença de familiares e participação do filho Lucas e o neto Felipe na homenagem do artista, teve como convidado o jornalista João Carlos Ferreira para mestre de cerimônias. Na oportunidade, a plateia foi presenteada com o CD gravado pelo músico. “O Tesourinha, com sua experiência de mais de 60 anos de carreira, merece todas as honras por ser sinônimo de boa música que encantou e encanta gerações de Votuporanga e de todo o país”.

História
Foi como aprendiz de alfaiate, em 1948, que Eugênio da Silva, passou a ser chamado Tesourinha. Filho de lavradores de uma família de nove irmãos, ele começou muito cedo como engraxate no Cine Paramount e depois aprendiz de alfaiate pelas mãos de Luiz Barbosa, numa sala comercial na Rua Amazonas.

Aos 17 anos, foi convidado pelo Ditinho Alfaiate para compor uma orquestra e pouco tempo depois já tinha o seu lugar na Banda Municipal que abrilhantava as festividades da cidade na administração do Capitão Almeida (1952 a 1956).

Na época, o Cine Paramount possuía apenas uma máquina projetora e havia necessidade de interrupção do filme para a troca de rolos. Para descontrair os espectadores, acontecia, então, dentro do cinema, a apresentação do Ditinho e a sua Orquestra. É dessa época também a animação da Banda Municipal nas quermesses para levantar fundos para a construção da Santa Casa e da Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida.

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